A Cooperativa Agroindustrial Tradição iniciou a Convenção Conexão Tradição – Cooperação Estratégica para evoluir. O evento reúne, durante três dias, líderes e colaboradores no Clube Pinheiros, em Pato Branco. A programação foi preparada para aproximar as equipes, apresentar os negócios da cooperativa e alinhar as metas e os próximos passos da Tradição.
O primeiro dia é dedicado aos colaboradores da área comercial, com atividades de integração, apresentações das verticais de negócios e definição das metas para 2026. O segundo dia será voltado ao público estratégico da cooperativa, com discussões sobre os desafios e as oportunidades para os próximos anos. Já o terceiro dia terá como foco a revisão do planejamento estratégico, com projeções para 2030.
Visita à Indústria de Óleo e Farelo de Soja
O primeiro dia da programação começou com a recepção dos participantes e uma visita à Indústria de Óleo e Farelo de Soja da Cooperativa Tradição, inaugurada em Pato Branco em 2026. Além de conhecer a estrutura, o momento permitiu que os participantes entendessem a dimensão da Indústria que é considerada uma das mais modernas em operação no Brasil.
Lobo simboliza união, organização e coragem
Durante a abertura oficial da convenção, o diretor administrativo, Fernando Tonus, trouxe uma reflexão a partir do tema escolhido para esta edição do evento: o lobo. Segundo ele, o animal representa características importantes para enfrentar os desafios do agronegócio, como união, organização e coragem. “Proponho uma reflexão referente ao cenário do agronegócio brasileiro. Existe crise, mas é uma crise de gestão e precisamos achar caminhos para superá-la”, destacou. A reflexão também chamou a atenção para a importância do trabalho em equipe e da organização para enfrentar os períodos de dificuldade.
Gestão das propriedades rurais é pauta para a cooperativa
Na sequência, o vice-presidente e diretor comercial, Gelson Corrêa, falou sobre os desafios enfrentados pelos produtores na gestão das propriedades rurais e lembrou que a cooperativa lançou recentemente um programa Excelência no Campo para auxiliar os cooperados nesse processo. “Quando a Tradição lança um programa, ele dá certo e só dá certo porque estudamos as necessidades do produtor e procuramos atender essa necessidade”, afirmou.
Gelson também destacou que as pessoas estão no centro da história da cooperativa. “A cooperativa foi construída por pessoas e continuará prosperando com pessoas”, ressaltou.
Verticalização como estratégia de crescimento
Outro assunto abordado por Gelson Corrêa foi a verticalização dos negócios, que faz parte da história de crescimento da Cooperativa Tradição. Segundo ele, ampliar a atuação e agregar valor à produção é importante para o desenvolvimento da cooperativa. “Não acredito que as empresas do agro deem certo sem a verticalização. A Tradição começou a sua verticalização com a UBS, hoje sendo uma das mais eficientes do mercado e esse ano inauguramos a nossa Indústria de Óleo e Farelo de Soja, o que nos enche de muito orgulho”, relatou.
Verticais de negócios e cases Tradição
Durante o primeiro dia, os participantes também acompanharam apresentações das diferentes verticais de negócios e cases da Cooperativa Tradição.
As equipes conheceram melhor o trabalho realizado em cada área, os produtos e serviços oferecidos e as metas estabelecidas para 2026.
As apresentações também mostraram os resultados alcançados e os próximos objetivos de cada vertical, permitindo que os colaboradores conhecessem melhor o trabalho desenvolvido pelas diferentes áreas da cooperativa.
Legado e união para superar os desafios
O encerramento do primeiro dia ficou por conta do presidente da cooperativa, Julinho Tonus, que falou sobre a história da Tradição e a importância das pessoas que fazem parte dela.
Julinho relembrou o início da cooperativa e o momento em que decidiu encerrar sua empresa para, junto a outros produtores rurais, construir um novo modelo de negócio baseado na cooperação. “A importância do legado está justamente em deixar algo que permaneça. Lembro da época em que tomei a decisão de fechar minha empresa e, junto com outros produtores rurais, construir a cooperativa. Hoje, me emociono ao olhar para tudo o que a Tradição se tornou. Começamos com tão pouco e, com trabalho, união e cooperação, construímos uma cooperativa consolidada”, afirmou.
Ao falar sobre os desafios enfrentados pelo agronegócio, Julinho reforçou a importância de permanecer unido e buscar novas formas de enfrentar os períodos de dificuldade. “Na crise a gente cresce, na crise a gente se desenvolve. Temos que nos unir ainda mais”, destacou.
A fala encerrou o primeiro dia da Convenção Conexão Tradição com uma mensagem que esteve presente em toda a programação: a importância das pessoas, da união e da cooperação para superar os desafios e continuar construindo a história da Tradição.